terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Generalizando os Gêneros

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"Nós homens não ligamos se você atende a ligação de um amigo, mas se fica toda animadinha........." blábláblá!

Já umas quatro vezes li desses textos que descrevem o que os homens gostam, com o quê se importam ou deixam de se importar, e o mesmo tipo de texto para os pseudo-pensamentos-femininos.

Vamos e convenhamos, bullshit! Uns ligam, outros não, uns quebram o telefone, outros se importam mas não dão na pinta, enfim, essa generalização do que homens e mulheres gostam é meio sem noção.

A galera juvenil com os hormônios à flor da pele fica lendo esse artigos e chegam nas gatinhas pensando que sabem o que NÃO sabem!

É como o povo que viveu dois, três relacionamentos medíocres e pensam que todos são assim, como o cara que foi traído e fala que toda mulher é traíra, como a menina que saiu com um sacana e vê todo homem que se aproxima como um safado (ok, eles são safados... e nós também, rs, mas em níveis e conotações diferentes de safadezas, rsrs).

Eu percebo essas generalizações - e sim, dá pra ver muito delas nos comportamentos - como ausência de autoconhecimento, ou, medo de assumir perante um grupo que você pensa e sente diferente, mas esse diferente não é aquela coisa de usar roupa colorida ou black, maquiagens ou trejeitos ou ter idéias não embasadas somente para gerar polêmica, não, isso na verdade é buscar identidade dentro de um grupo específico também.

O que estou falando é quando a gente tem conhecimento em prol da própria causa, exemplo: todo mundo diz que mulher adora comprar, mas eu detesto shopping! Quando tenho que sair para comprar algo pra mim também não gosto de carregar amiga. Não tenho paciência de ficar escolhendo as coisas, acho um saco.

Então antes de generalizar vá testar se você gosta de x coisa, se realmente pensa sobre y outra coisa, conheça pessoas diferentes, experiencie e aprenda a escutar. Mesmo depois disso tudo, suas opiniões não serão certas, mas serão as suas. O que deixa o mundo rico é a diversidade de pensamentos, comportamentos e pontos de vista.

Como no vídeo do seu Fernando que fala de Relacionamentos, é bem legal, mas é também só um ponto de vista sobre relacionamentos: o dele. Nem todos os casamentos são assim, ainda mais hoje "nos tempos modernos". Assiste aí!


E olha, nada de querer ser diferente só pra chamar atenção também, é a maior furada, você vira um fake de si mesmo. A pior coisa que existe é quando perdemos nossa própria referência.

Abração!
Monik Ornellas

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Não quero Compromisso... Humrum, sei.

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Aproveitando essa vibe de carnaval onde a pegação rola solta, para falar do bloco dos "Não Quero Compromisso"

Essa frazesinha já está virando mantra, dá até pra fazer um daqueles funks do youtube que a galera tanto gosta "Nã, nã, não quero compromisso, misso, misso, misso... não, não, não quero, não quero compromisso", rs. Ou quem sabe uma marchinha de carnaval.

A verdade por trás dessa singela frase.
Sinceramente? Não acredito nem um pingo nisso. É claro, existem casos e casos. Tem pessoas que quando acabam de sair de uma história complicada precisam de um tempo sozinhos (eu sou assim), tem aqueles que curtem uma vida de solidão, aqueles que estão afim de pular de uma cama para outra, enfim, não é sobre essas pessoas que estou falando.

É sobre aquela galera que a gente vê sempre na busca, sempre em rolos, daí quando estes não dão certo, me saem com a deixa do "Agora não quero mais compromisso". Tipo, a coisa ficou mal resolvida pacas e o fulano ou fulana acham que se isolando de um relacionamento estarão isentos de sofrer.

Você acha que a ausência de compromisso vai evitar que você seja rejeitado(a)?
Você realmente acredita que a ausência de compromisso, vai impedir que você se apaixone?
Que não sinta a dor de quando não é correspondido? Ou até que você seja correspondido, mas não tenha que arcar com todos os encargos que qualquer tipo de relacionamento - qualquer um -, seja curto ou longo, com envolvimento ou não, trazem à tona?

Isso não é relacionamento, é prisão.
Cara, nós somos humanos! A gente se envolve só em olhar às vezes, não há controle para isso! E o pior é, que quanto mais desejamos NÃO nos envolver, mais nos enrolamos no novelo, porque na verdade, lá nos fundilhos dos corações ansiosos, todo mundo tá muito afim de VIVER! Precisamos de emoção, de uma adrenalina para sentirmos que estamos vivos e uma das adrenalinas mais viciantes que temos são os relacionamentos afetivos, porque tem essa coisa da troca, do cheiro, do envolvimento além daquilo que compreendemos. E embora todo mundo tente entender tudo, as melhores experiências são aquelas onde pouco entendemos e por isso vivemos de forma intensa e profunda.

E é essa intensidade e profundidade que todo mundo procura - mesmo inconscientemente -, mas que no fundo tem medo, medo de que acabe. Medo do descontrole, medo dos danos causados pelo apego à essa montanha russa emocional. Basicamente medo de viver a um ponto de não poder viver sem.

Essa coisa de eu com você, você comigo, mexe com hormônios, feromônios, exaltam felicidade, êxtase, alegria, massss, quando as expectativas não são correspondidas tudo isso se transforma em mágoa, sofrimento e pessoas dizendo não querer se envolver, porque não querem mais sofrer.

Filme perfeito para ilustrar o tema desse post.
O lance de ficar cantarolando por aí que "não quer compromisso", cria para nós um auto impedimento de viver estórias de maneira livre e descompromissada até ver onde elas chegam, e se chegam.

"Não quero compromisso" pré-supõe uma expectativa oculta de que exista um compromisso, logo, cria-se uma armadura. É como se entrássemos em qualquer rolo com 2 pés atrás, uma faca em cada tornozelo e vários golpes de defesa em mente, o malandro fez "que talvez" a gente saca um golpe!

Daí perdemos oportunidades fenomenais de viver histórias incríveis, simplesmente porque nosso emocional grita e o racional acha que toda estória terá o mesmo fim trágico, esquecendo que quem constrói os enredos somos nós.

Sei lá, acho que o povo tá achando que quem não quer compromisso dá um status de gente maduravivida.......... Gente madura paga pra ver e gente vivida, vive.

Amigo não rola colocar só a cabecinha! Ou tu cai dentro da bagaça ou não sai pra brincar! Isso é discurso para se viver uma vida-meia-boca, meia montanha-russa, meio bungee-jumping.

Então esse post é para que você viva! O que tiver que viver, da forma que for. Ás vezes dá certo, outras não, mas a prática diz que vamos ficando cada dia mais maduros no ato de se relacionar quando nos permitimos e com isso, nos tornamos melhores construtores de bons relacionamentos.

Eu, saio toda estrupiada, no último levei uma surra emocional que fiquei meses catando cavaco. Não me arrependo de nem um segundo e se a oportunidade se faz, estamos aí. Vim, vi e vivi.

Abração!

Monik Ornellas

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Como ser melhor que a ex dele?

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A-ha! Se você pensa que vai ler formas mirabolantes de se tornar um mulherão para desbancar a outra, ou, vai aprender umas mandingas para afastar a ex, tá no blog errado fia!

Esse é o título de uma matéria que vi hoje de manhã e não, eu não li a matéria, me recuso, só o título me causa convulsões emocionais. Mas sei que é o chamarisco perfeito para milhões de mulheres.


Então:
Não há como você ser melhor que a ex dele! Já lhe ocorreu o pensamento: que se ele está com você, é porque a ex não tem os atributos que VOCÊ TEM?

Não há como ser melhor que a ex dele; só há como ser você mesma.

Não há como ser melhor que a ex dele; qualquer grau de comparação entre você e ela, já detona com parte do seu relacionamento.

Não há como ser melhor que a ex dele; só esse pensamento, cria um triângulo amoroso que coloca a ex entre você e seu “amado”.

Não há como ser melhor que a ex dele; você está mais interessada em ser feliz com o cara, ou competir com a outra?

Esse é o tipo de pensamento ou preocupação, que só traz à tona a insegurança da mulher e quanto mais inseguras, menos autênticas tendemos a ser, consequentemente,  mais jogos e maquinações tendemos a criar pela própria insegurança. Fora os pensamentos ilusórios sobre fatos que só ocorrem em cabeças femininas!

Seja você mesma, esteja presente com seu namorado como se só houvesse vocês dois no mundo, trate-o com carinho, atenção e com tudo que uma mulher pode oferecer à um homem, sem jogos, sem picuinhas bobas.

E mais importante, ignore qualquer tentativa dela de causar algum frisson em você. Foco no relacionamento e em tudo de bom que ele proporciona.

Agora, se você percebe que existe dúvida na cabeça desse homem, se desfaça do SEU dedo pobre já e dê um pé na bunda dele!

Monik Ornellas

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Olha como eu tenho Atitude!

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Olha como eu falo na cara!
Olha como eu tenho opinião!!


É assim que nossas crianças estão crescendo, aprendendo que atitude é o levantar de um dedo?
Oi??????

Uma coisa que descobri é que, ter atitude não significa usar nenhum tom de voz, muitas vezes uma grande atitude vem do ato de ficar calado. Eu entendo que querer convencer aos outros é o mesmo que querer convencer a si mesmo. Querer demonstrar atitude se mostra para mim uma atitude desesperada na busca de um posicionamento de si mesmo.

Eu já bati muita boca, depois entrei na fase de dar as costas, mas as duas formas eram de uma pessoa que julgava as idéias alheias e acha que que as minhas "eram mais sábias, mais certas e mais verdadeiras", e eram, pra mim. E sempre serão, somente pra mim.

É óbvio que isso não me impede - e nem deveria - de estar aqui escrevendo e compartilhando o que penso, criticando o que vejo, porém, hoje eu entendo que cada um tem sua verdade, e ao mesmo tempo percebo que muitos se vestem de "atitude" quando na verdade não tem nenhuma. São somente um produto, um fake de si mesmo. Eu já fui fake de mim mesma. Falava, falava, mas no fim eu mesma me questionava... será? Mas eu precisa falar alguma coisa, senão o que os outros podiam pensar? Fato, esse é um pensamento de auto-engano e sabotagem da própria autenticidade.

Por isso, entendo que a verdadeira atitude não tem nada a ver com colocar o dedo na cara do outro, ser pseudo-sincero, arrogante, prepotente ou pseudo-sábio (vide Porque minha verdade é "mais melhor" que a sua?). Estamos todos compartilhando nossas pseudo-verdades, reais para os olhos que nos cabem e para a extensão de consciência em que cada um atua.

Eu tenho visto isto. Essa necessidade causticante de mostrar o quanto se tem "atitude". Facebook, twitter, pessoas falando na rua. Todo mundo quer ter uma opinião, se posicionar numa causa, juntar decibéis com palavrões numa falsa química "eu tenho voz".

0 Atitude, 100% Falta de educação.

Não vejo que seja realmente assim na realidade. O que vejo são pessoas muito inseguras na verdade, elas até querem ter atitude, é como uma ânsia dentro delas, algo ao qual elas tem que corresponder e é essa ânsia que vêm fazendo a galera jogar esse monte de frases-recado em seus perfis, twitters ou xingar por nada. Muito bitoladamente-tosco!

Recados indiretos. Jogam-se fraseszinhas e espera-se que a carapaça sirva em pelo menos 60% da platéia-social. Isso não é comunicação e também não é atitude. Atitude é off-topic chegar junto à quem incomoda e mandar a real no salto, rola deletar do perfil ou da vida, agora destilar indiretas, é tosco! Denota claramente a real dificuldade de comunicação do ser, quem faz online, faz pessoalmente e vice versa.

Mandar as pessoas tomarem em %$#@*$#, assim do nada, só porque deu vontade ou ficou de saco cheio da própria timeline? Sei lá, eu entendo que liberdade de "compartilhar" é uma coisa ampla, mas esse comportamento não entra na minha cabeça. Quebra umas pets, xinga, deixa a raiva sair, agora mandar everybody para lugares indesejados do nada = non sense = ridículo.

Desde quando isso é ter opinião???

Não sei quem inventou a idéia que falar palavrão a torto e direito, faz um ser mais.... polêmico, enérgico ou com opinião? Dependendo da colocação do palavrão, eu entendo como mal educado mesmo. E a galera está praticamente 100% mais para mal educada do que politicamente bem colocada.

Mas e aí? Essa é a era do Foda-se: reflexão 0, foda-se na lata 10. Muita mensagem impensada, muita gente com cérebro-caroço-de-ervilha que segue a linha "fale alguma coisa, nem que seja merda enlatada", vide Luíza, BBB ou qualquer notícia de mídia onde as pessoas se bitolam como urubus e repetem trocadilhos como papagaios bem treinados.

É um pensamento do tipo, "se está todo mundo falando, não posso ficar de fora", ficar de fora é como ser um alienado e ser alienado é como estar excluído, não-inserido e a galera tem um pavor inconsciente dessa coisa de "exclusão", que também já virou mote de mídia.

Na verdade, ter opinião própria dá trabalho e queima alguns muitos neurônios, pois é necessário não só contestar e seguir linhas de pensamento diferenciadas, é também buscar novos sentimentos  e cruzá-los com  experiência-respirada.

Por isso cada um de nós tem sua verdade, ou deveria ter, se o povo não tivesse preguiça de criar novas experiências e percepções ao invés de repetir refrões e palavrões à esmo buscando a aprovação da platéia animal-bitolada.

Eu penso, tu pensas... nós expandimos.

Atitude de verdade é um ato pacífico.

Não tem nada a ver com o que as pessoas acham sobre o que você pensa, mas sim como você se sente sobre o que pensa. É quando a gente simplesmente sabe e se conforta na própria verdade, sem necessidade de convencer a quem quer que seja. É se colocar sim, expor a própria opinião sim, sabendo que o outro também tem suas verdades e que o ato de compartilhar é como uma troca de percepções que somente engrandece as partes, porque verdades são auto-conceitos-flexíveis que tendem a crescer quando nos permitimos a ver além do próprio umbigo.

Abraço!
Monik Ornellas

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Relações de Interesse X Relações Interessantes, o que VOCÊ cultiva?

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Eu tomei verdadeiro pavor, aversão, horror a situações toscas com vistas a troca de favores onde há um  interesse explícito ou velado no que outro tenha .



Antes eu achava que era por puro orgulho - também, of course -, mas acontece que comecei a perceber tantos jogos de interesse, que fiquei - segundo minha amiga de Belém - com "abuso" disso.

Conhecer pessoas de forma real é uma experiência muito gratificante, quando estamos abertos a saber o que fazem, porque fazem e trocar idéias e experiências, o que é diferente de conhecer alguém já de olho no que ele/ela podem te prover. Gosto de trocas interessantes, mas detesto interesses escusos. Diga-se por trocas interessantes, qualquer coisa: um olhar, uma palavra, um sorriso, uma papo muito maneiro ou um projeto. Normalmente, quando a coisa é natural, encontramos pontos comuns de ligamento e a partir daí nascem grandes idéias e parcerias.

Mas, o fato que me chama a atenção é  que tenho visto demais essa vibe interesseira  nas ruas e nas relações, seja o guardador de carro que te cobra uma grana pra não fazer nada, o feirante que vende seu produto de acordo com a cara-de-compra do cliente, pessoas deslumbradas com as posses dos outros que colam pra tirar uma casquinha do luxo, entre tantos casos.

É fácil achar um absurdo essas situações, mas as relações de interesse se dão das formas mais simples e muita gente não percebe isso: aquele cara da sua faculdade é um pôia, mas como ele tem dinheiro e normalmente se faz de otário e paga pra todo mundo, tu cola junto pra se dar bem... Uma coisa é você estar sem grana e seu amigo segurar a onda, e quando a situação for inversa a gente chega junto, outra, é você se dar bem numa situação só porque o outro dispõe de MAIS recursos, sejam eles quais forem: dinheiro, contatos, meios, relações, enfim!


Mas é impressionante, como estamos tão, tão cheios dessa galera por aí: micro, meios e mega-aproveitadores, golpistas até. Acham que o outro vai no banheiro e descarrega dinheiro, e como eles, ainda não descobriram o capim que dá essa liga, dão uma ruminada na moita alheia pra ver se pelo menos adubam a própria cova. Fico muito impressionada com essa Geração-Cérebro-de-Mosca que fica rondando os outros pra ver se sobra alguma migalha.

Muito bem. Vamos para o lado bonzinho da coisa: por não ter construído uma percepção dos seus valores e potenciais pessoais, o mané-aproveitador não se sente à altura de uma troca justa com aquele que, para ele, está acima dos seus recursos. Sim, os interesseiros também estão na trupe do mal comportamento por baixa-estima.

Sabe aquele pensamento "se eu não posso ser igual a você, então, eu ferro você", é por aí. Essa coisa de se aproveitar do outro tem um conteúdo de vingança implícito: "Você só serve isso mesmo, ser usado". Nome disso? Despeito. Inveja preta. Baixa estima.

Como pode todo mundo querer ter dinheiro e ser bem sucedido 
se acabam punindo quem tem?
E quando você tiver, também merecerá passar por isso?

A galera que se deixa ser aproveitado, ou, que vive emaranhada nessas relações de interesse e só tem amizades e contatos por intermédio do que pode oferecer.... sinceramente, não é uma vida feliz.

Tenho a sensação que é como viver cercado de vampiros, e você sabe, vampiro não presta atenção à qualidade da sua vitima, ele só quer sugar. Mas muitos desses caras também tem uma estima inconsciente onde ser um saco de sangue para os outros é a única forma de se sentir valorizado e percebido. As pessoas que são comumente acharcadas ou se servem de pastelão, obviamente, desconhecem seu valor e acreditam que servindo de capacho aos outros estarão de alguma forma inseridos Mas, uma vez inserido no grupo como um capacho, capacho você será eternamente amigo, até porque o grupo escolhido não tem interesse REAL na sua pessoa, mas sim no que você pode proporcionar para eles. Acabou o benefício "mútuo", acabou a inserção.

Qualquer ato é válido para "fazer parte de".

Tem muuuuuuuuuuuuuuitos grupos de pessoas assim, dos mais diversos tipos, classes, etnias e jeitos. Grupos onde "aproveitador x aproveitado" sobrevivem numa relação simbiótica. Tem até aqueles grupos onde a regra implícita para estar inserido vêm de uma relação de interesse explícita, vá entender?

Mas bom, já as Relações Interessantes, agregam valor pra todo mundo e tendem a expandir, é muito legal viver isso.

Uma boa rede social é cheia de relações interessantes, onde uma pessoa reforça a outra e quando a corda fica bamba para quaisquer uma das partes, a galera dá suporte à quem está na maré baixa. Sim, existem os que têm mais, os que têm menos, mas essa relação não é vista como uma auto-desvalorização de um em relação ao outro, e sim, como níveis a seres alcançados. Serve mais como um incentivo, do que um alvo de inveja. As partes se admiram, administram e estimulam seus potenciais, o sucesso do outro caminha com o meu porque estamos juntos nos construindo ao longo do caminho, sabendo que toda jornada tem seus percalços e é muito mais fácil trilhar junto que sozinho.



A grande diferença entre Relações Interessantes e Relações de Interesse, é que na relação interessante estamos o tempo todo reforçando o caminho do outro, enquanto espelhamos e ajustamos o nosso, já nas relações de interesses as pessoas não só não caminham, como se afundam na própria mediocridade.

Abraço!

Monik Ornellas

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Sai da frente que eu tô com pressa!

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A pergunta é: O que acontece com o senso de prioridade das pessoas?



Tem uma parada muito estranha acontecendo com a galera, algo quase sinistro, onde a pressa, e quando digo pressa, falo de um comichão quase insano pelo simples ato de esperar pentelhézimos de segundos seja para o que for, pois estamos de uma forma tal que essa impaciência se tornou generalizada e sem filtros.

Anda rolando um senso absurdamente louco de 100% de auto-prioridade onde o povo simplesmente caga para os sensos-comuns de urgência, tipo: Ambulância, você vê alguém saindo da frente de uma ambulância? Agora imagine que é você e sua mãe passando mal que estão dentro dela, é de pirar, né não? Ninguém sai mais da frente amigo, chegar no trabalho, na faculdade ou no cliente é mais importante do que a vida da sua mãe.

Então, senso de prioridade. Essa coisa de prioridade é algo obsoleto, certo? Porque eu não vejo a galera discernindo o que é urgente daquilo que pode esperar (na verdade, tudo pode esperar, mas há um pensamento insano globalizado de que tudo é para ontem), é como uma fome, na verdade é uma fome, insaciável.


O que é a pressa? Porque ela evoluiu para um senso de urgência para toda e qualquer coisa?  Todo mundo faz, faz, faz, corre, corre, corre, pra ver se no fim consegue um tico de satisfação - o elogio do chefe, um aumento, aquele cliente, um beijo do namorado, um olhar, o salário no final do mês -, logo, a pressa é sempre para encontrar algum tipo de regozijo, uma satisfação, um acalento... que nunca chega ou nunca é suficiente.

A pressa é um comportamento tão compulsivo que, você corre tanto para conseguir aquela realização, e quando ela se concretiza, não consegue ficar parado e simplesmente "curtir e integrar" o momento. Rola aquela curtidinha safada, para logo em seguida sair a cata de mais um novo desafio, é preciso estar em movimento... é preciso mais uma cenoura.

Não só se tem pressa para realizar, como se passa pela realização correndo para a próxima. Esse é o comportamento compulsivo da pressa. A pressa gera seres humanos tão superficiais quanto infelizes.

Eu não lido bem com pressa e agitação. Quando fico muito agitada, sento e respiro. A agitação me deixa com a visão nebulosa e não consigo captar a logística das coisas com propriedade. Ás vezes consigo ter uma visão panorâmica dos processos, outras não. Mas a paradinha para a respirada é fundamental independente do resultado obtido. Acho que é isso que acontece com as pessoas, elas não veem o quadro à distância a fim de priorizar, e mais do que tudo, não SE percebem dentro do processo em meio a loucura que se propõem, com isso, vão passando por cima de si mesmas e quem passa por cima de si mesmo, não tem problema em atropelar o coleguinha.




O que vemos nas ruas? Monstros-humanos se digladiando, correndo, brigando para terem 100% das suas necessidades com !!! (alta prioridade) em tempo recorde de realização.

Como estão todos brigando para se auto-atenderem urgentemente, obviamente, falta olhar para o outro. E a falta de olhar para o outro acarreta ausência de gentileza, cordialidade e todas aquelas características que nos fazem mais humanos e menos animais-atrás-da-carniça.

Não há graça numa vida com pressa.

A pressa nos impede de ver e sentir a vida, pois a beleza da vida está na sutil diferença entre as nuances de uma situação para a outra. Não dá para perceber uma nuance com pressa, logo, todas as situações e pessoas se tornam iguais e previsíveis para pessoas com olhar pastel-apressado. É tudo igual, é tudo chato, é tudo feio.

Por esse motivo as pessoas andam tão grossas e impacientes, além de umbiguistas, falta beleza dentro delas. A quantidade e a rapidez nos processos não podem ser mais importantes do que a qualidade deles, e qualidade não rima com pressa. Beleza não rima com pressa, amor não rima com pressa, alegria, menos ainda.

Então, aperte o stop, permita-se respirar fundo, o mundo não vai cair, se você parar por 5 minutinhos para simplesmente apreciar o que há em volta, e há muito o quê apreciar, acredite. Só é preciso prática para descobrir um universo invisível a olhos-corridos, mas, é exatamente esse universo que abre nossa alma e alimenta nossa fome - antes insaciável - de viver.

Abraço!


Ótimo post sobre a Doença da Pressa (fonte: Revista Época).





segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Roubo, logo, sou um Merda.

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Se você rouba, qualquer tipo de roubo, R$1,00, R$ 1 milhão, explicitamente ou por baixo dos panos, não importa...

Roubar é assinar atestado de incapacidade.



Se rouba um R$ 1,00 está dizendo que não é capaz de criar R$1,00, se rouba R$ 1 milhão é a mesma incapacidade elevada a muitos zeros.

O que é roubar? É "pensar" que posso fazer uso de uma propriedade que não construí; É achar que, por alguém ter muito, isso me dá o direito de pegar parte disso, porque tenho pouco; É fazer o que todo mundo anda fazendo como justificativa e é também, e principalmente, me sentir incapaz de construir qualquer coisa; no fim das contas é me sentir um merda.

Quem rouba não tem auto estima e a cada punhado ou centavo roubado, acumula o mesmo valor de descrédito em relação à si mesmo. Não há como fugir disso, porque temos dentro de nós um julgador safado e implacável que contabiliza cada ação que fazemos, faz parte do pacote humano. Você pode nunca o ter ouvido ou sentido, mas creia, ele existe.

A maioria das pessoas acreditam que um ladrão não sente remorso do que faz, mas isso é uma grandíssima mentira. Ser humano algum se sente 100% feliz sabendo que pegou algo que não era seu, mesmo com justificativas. O que acontece é que muitos se enganam durante algum tempo - às vezes muito tempo -achando que o dinheiro compra qualquer coisa, qualquer paraíso e qualquer tipo de felicidade, tudo porque nossa sociedade quer acreditar que só é feliz quem tem muito $$$ e quem pode comprar qualquer coisa.

Mas a felicidade está na construção do caminho e o dinheiro é um bônus dele.

Logo, o mão-leve pula a parte da construção do caminho indo direto para o capítulo de "obter a grana", pelos meios que forem. Com isso, não constrói valores pessoais e percepções que dão o real "valor" ao dinheiro que se ganha, e acaba colocando "seu valor próprio" no dinheiro que rouba, por isso, precisa sempre de mais.

Precisa de mais para continuar acreditando que ele vale alguma coisa, porque no fundo o que habita é um total vazio de conhecimento em relação a si mesmo. Como o dinheiro é a significação de quem ele é, defender o dinheiro é defender a si mesmo, e por esse motivo também, muitos matam por dinheiro, é tipo uma legítima defesa. Entenda, ele está defendendo a própria identidade, perder o dinheiro é como perder a si mesmo.


A forma como o ladrão se vê, não é a mesma de como ele se sente.

Quando o dinheiro acaba ele se sente mal, 
quando coloca a mão numa bolada, se sente o tal. 
Auto estima mediante cifras, sem cifras, sem auto estima. 
Essa não é uma síndrome só do ladrão, é uma síndrome social atual.

É interessante, porque ninguém pensa muito nisso, não dessa forma. Tem uma galera que vive dentro de uma vibe de perdas x ganhos imediatos e acabam achando que roubar é algo trivial, porque todo mundo anda fazendo, mas roubar os outros é roubar de si mesmo, mesmo que ninguém veja ou saiba. Você sabe. Quem rouba, rouba sua própria auto estima, rouba seu merecimento, rouba sua auto aceitação, entre milhões de julgamentos acumulados em relação à si mesmo. E como somos seres sinérgicos, por mais que você tenha um comportamento de "confiança", sua energia exala descrédito.

Tem aqueles que começam a roubar para criar um "equilíbrio" social, justificativa falsa e tosca para uma total falta de percepção do que um ser humano é capaz. Se roubar equilibrasse alguma coisa, a quantidade de roubos que acontecem por segundo no mundo já seriam suficientes para esse equilíbrio, mas não, o que acontece é que as pessoas se sentem cada dia mais miseráveis e essa sensação não tem a ver com dinheiro, mas com o que cultivam internamente como valores pessoais, que aí sim, viabilizam ou não o dinheiro.

Desigualdade social: bullshit!

O que mais enaltece a mim e a você, é saber que somos capazes de criar coisas, projetos, idéias... Não ter a certeza ou a inclinação para essa capacidade, é uma M federal! Qualquer ato leviano não é um ato contra os outros, é contra nós mesmos. Qualquer ato de bondade, paciência, gentileza ou honestidade é ponto em causa própria.

Essa filosofia ignorante de não agir de forma positiva por que "os fulanos" não o fazem, é um comportamento tosco que tem a mesma vibe de perdas x ganhos que o roubo tem, porque quem rouba também se justifica achando que: se ele não fizer, alguém fará.

Os mãos-leve se acham espertos por roubarem os outros. Eles podem ser perspicazes, astutos, maquinadores, mas, espertos? Não. Esperto de verdade, é aquele que usa todas essas qualidades para criar projetos, coisas legais, dormir em paz, sonhar com ideias malucas e usar todo esse potencial para jogá-las no mundo. Esperto é aquele que sabe virar o jogo a seu favor na maestria, é aquele que constrói o caminho e se regozija dentro dele.

Um ladrão pode roubar de um visionário seu dinheiro, mas nunca seu potencial criativo. Quando o dinheiro acaba é como se o ladino tivesse perdido uma perna, logo, tem que roubar outra vez, já o potencial criativo do visionário é ilimitado, quanto mais se usa, mais ele se expande.

O que o ladrão não sabe, é que ele é um visionário, de cabeça pra baixo que amputa as próprias pernas.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Bonde da Má Vontade

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Ei você atravancador, tá reclamando de quê????


Você e eu já ouvimos pra caramba as pessoas reclamarem da grosseria e má vontade nos atendimentos, né verdade? Mas, o fato mais interessante disso é, que quando o reclamador tem a possibilidade de se tornar um "facilitador" ele incorpora o "exu-dos-obstáculos-intransponíveis" da qual ele mesmo reclama e se torna um atravancador igual ou pior àqueles que ele (ou ela) encontram pela vida.

Semana passada a piscina que trabalho atendendo Watsu fechou e com isso, iniciou-se minha peregrinação por um novo retângulo cheio de H2O quentinho. Nos meus contatos com academias e piscinas, foi uma festa de má vontade misturada à ignorância que só fez sedimentar essa percepção que já estava me cutucando.

Uma semana antes, andando de carro com minha doce mãe, ela reclamava da falta de educação dos motoristas na rua, enquanto ela mesma avançava o sinal e ao perguntar porquê ela simplesmente não fazia o que era certo, ela me respondeu que fazia "o quê ela achava que devia fazer".............. oi?

É assim que todos andam fazendo "o que acham que devem fazer" ao seu modo e isso corresponde na prática a um mal atendimento, baixa qualidade em serviços, falta de paciência, ausência de gentileza ou indisponibilidade para ajudar.

Boa tarde, por gentileza, você pode ma dar uma informação?

Não é interessante você querer ser bem atendido quando parece um animal fazendo um pedido? Alguns respondem "mas eu estou pagando!", ok,  isso faria sentido se fôssemos atendidos por robôs programados com sorrisos congelados, mas não, muito por um acaso quem nos atende é um humano que está ali ralando não somente para receber um salário no fim do mês, mas, para também encontrar o regozijo em Servir.

Urgh! Servir? Sim, mas não é um servir de "servidão". Basicamente estamos todo o tempo criando serviços, produtos e os mais loucos lances para servirmos uns aos outros. Não se trata somente de vendas, de atendimentos, consultas ou terapias. Seja qual for o setor que você e eu trabalhemos estamos em prol de servir à humanidade e em contrapartida somos servidos a todo momento.

Então, como você gostaria de ser servido? Como você pode desejar receber um sorriso ou gentileza, se quando a oportunidade de servir lhe é dada e você se torna um atravancador dos processos, dos contatos, da alavancagem ou mesmo sendo uma ponte que só dificulta e fecha as portas  para os outros?

Observe que aqueles que vivem reclamando de mal atendimento, dos serviços públicos e comportamentos alheios são absurdamente grossos, mal educados e indelicados além de destruidores de transportes públicos, porcos-humanos que jogam lixo nas ruas e seres sem o mínimo de paciência para esperar pentelhésimos-de-segundos para um sinal abrir, por exemplo.

Note, que não estou falando de dizer sim à todo mundo ou escancarar as portas e deixar entrar o que vier, mas, de criar uma disponibilidade interna para realmente escutar o que outro tem a dizer, entender e se fazer entender com cordialidade, compreender o que o outro procura ou precisa com o objetivo de dar um feedback de acordo, entre muitas outras auto-oportunidades de servir e ser servido com Qualidade-Humana, porque somos e fazemos esses papéis o tempo todo, estamos a todo momento nas duas duas pontas do atendimento.


Esse tipo de comportamento não está atrelado ao seu salário ou 
à alguma bonificação por sorrisos-largos, 
é algo que faz bem primeiro à nós mesmos, 
pois o bom humor é uma graxa que lubrifica a alma.


Há uma aura que criamos à nossa volta, ela pode ser como uma ponte de facilitação, onde não só facilitamos como somos facilmente facilitados, ou, aquela que se tornou quase um lugar comum para a humanidade que é a energia de atravancamento. Não acredita? Só há como você acreditar que é possível facilitar e ser facilitado, se mudar sua postura, mesmo que seja de modo experimental.

O mal humor nos deixa cegos.

Ainda estou procurando minha piscina para trabalhar num fluxo-fluido de águas com meus clientes, mas, posso dizer que já estou sendo ajudada nisso, vários amigos e mesmo os próprios clientes estão nesse processo. Esse é o verdadeiro significado de facilitar energias, coisas e pessoas e ser facilitado tanto quanto.

A forma como desejamos nos comportar é sempre uma escolha. Escolher ser um facilitador da vida é escolher um caminho mais leve para si mesmo.

Abraçossssssss!

Monik Ornellas

Imagem do Edmundo do blog do Venâncio: http://brunovenancio.zip.net/arch2007-05-01_2007-05-31.html

domingo, 25 de setembro de 2011

Homo-Ignorantis: O Homem e as Ferramentas

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Era uma vez um homem-macaco que inventou uma parada para cortar madeira, daí ele descobriu que também podia cortar e mutilar os outros macacos para obter liderança;

Homo Ignorantis usa o meio para justificar sua ignorância.
O tempo passou, o tal do homem perdeu os pêlos (alguns começaram a raspá-los, depois evoluíram para a depilação), ficou mais sinuoso, começou a morar um lugares altos e metálicos, se tornou pseudo-inteligente, começou a achar que é a unica raça do universo, se deu o status de "evoluído" e...

Inventou o avião que nos leva de um ponto ao outro do mundo e também bombardeia milhões de pessoas de uma só vez;
Desenvolveu a medicina para a cura e por trás dela uma indústria que ganha com a doença;
Criou o carro, mas dependendo de quem senta ao volante o transforma numa arma potencial;
Inventou a televisão que pode esclarecer e informar, mas a usa para lobotomia e programações de medo e culpa;
Inventou a multa de trânsito para disciplinar e evitar acidentes e a transformou numa forma de acharcar o povo;
Cria músicas que nos levam à dimensões transcendentes e também "thuthucaaaaaaaaaa vem aqui pro seu tigrão";
Pode usar o sexo como forma de encontro ao divino, mas muitos ainda o usam como meio de escravizar o desejo do outro;
Criou a internet que pode tanto espalhar mensagens de paz, como fomentar comunidades terroristas entre milhões de outras usabilidades positivo-negativas;

Enfim!

Segurança, conforto, liberdade ou uma arma? Depende de quem o conduz.

Um garfo, o computador, uma caneta, uma planta, a mesa, o fósforo, a vela ou uma cadeira! Não importa a ferramenta usada, mas sim quem, como e para quê ela é utilizada. As ferramentas e invenções sempre estão de acordo com nosso nível de evolução-consciência e nunca o contrário. Quando acontece de termos uma invenção ou informação além daquilo que podemos entender, simplesmente não as absorvemos ou as distorcemos (o que é mais comum).

Eu vejo pessoas falando mal da internet e da evolução das coisas, mas a evolução das “coisas” está diretamente atrelada à evolução humana.

E eu vejo humanos falando mal de humanos o tempo todo, como se eles fossem chimpanzés engomados de calça e gravata ou de vestido e salto alto. Eles também fazem uso dessas mesmas ferramentas, mas se isentam da responsabilidade de uso sobre elas,  talvez porque se achem chimpazés-alpha e isso os deixe fora do mundano! Coisa de Homo-Ignorantis.

Esse é um mundo polarizado (bom/ruim, certo/errado), onde sempre podemos escolher como usar o universo à nossa volta.

O problema e a solução do lixo, 
da sustentabilidade, 
do dinheiro ou do amor, 
além de todas as coisas e fatos que nos cercam, 
estão na nossa forma de conduzir esse universo à nossa volta.

O martelo não pode escolher se bate um prego ou estoura um cérebro, o teclado e o mouse não auto clicam-digitam em sites de fofoca ou imagens maravilhosas, a não ser que "alguém" os tenha programado anteriormente para isso, a nota de R$100,00 não escolhe se compra um bilhete de show ou uma fileira de cocaína.

O problema e a solução estão sempre entre a cadeira e o teclado.

É isso... pense aí como você anda usando as ferramentas que te servem. 


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Você não cansa de reclamar não?

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Eu adoooro uma Campanha, rsrs, então queria fazer um movimento (já fiz os dos botons mas não vi muita repercussão), mas assim, queria ver uma Campanha do tipo: "Menos Reclamação, Mais Ação".

Tipo, ao invés de ficar dando compartilhar nas reclamações, xingações e nas notícias ruins, as pessoas poderiam começar a postar a cópia dos seus pedidos de resolução e reclamações para os órgãos competentes, simplesmente digitalize e coloque no ar. Ligue, grave sua ligação e coloque no ar (todo celular hoje em dia tem esse recurso), internet foi feita para isso!

Não fale nada, não xingue, nem reclame, isso é batido, chato e não resolve mesmo, porque grosseria gera grosseria. Fica mais parecendo aquelas velhas corocas reclamentas que só enchem o saco e não ajudam em nada. Use a gentileza como escudo.

Resumo: Pare de reclamar e faça sua parte!

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